"A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído."
Confúcio

Efemérides históricas–15 de Setembro de 1810

Batalha de Fuente de Cantos (Espanha)

Batalha integrada na Guerra Peninsular em que as tropas luso-espanholas derrotaram os franceses. Comemorando o acontecimento, este é o dia festivo do Regimento de Cavalaria nº3 (RC3), de Estremoz, que celebra este ano o seu 303.º aniversário. O RC3 participou naquela batalha, na região de Badajoz, com dois esquadrões a cavalo, assim como em outras batalhas da Guerra Peninsular, a maioria em Espanha.

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The Wounded Platoon

Impressionante…

The Wounded PLatoon

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“Virtudes Militares” pelo Contra-Almirante Silva Ribeiro

Virtudes Militares No passado dia 10 de Março de 2010 foi apresentado, na Escola Naval,o opúsculo sobre “Virtudes Militares”, da autoria do CAlm António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro. Trata‑se de um conjunto de 12 artigos publicados em 2009 e 2010 na Revista da Armada e dedicados e dirigidos aos alunos da Escola Naval.

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“Da Estratégia”, do General António Martins Barrento

Foi lançado no passado dia 4 de Maio de 2010, no Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM), o livro “Da Estratégia”, da autoria do General António Eduardo Queiroz Martins Barrento, Chefe do Estado-Maior do Exército entre Março de 1998 e Março de 2001.

Da Estratégia

Constituindo uma apresentação escrita das Lições de Teoria Geral da Estratégia, ministradas pelo autor no Instituto de Ciências Sociais e Politicas (ISCSP), no mestrado em Estratégia, o General Martins Barrento justifica desta forma a elaboração desta obra:

“Durante três anos dei aulas de estratégia no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, …. Mas não senti necessidade de fornecer aos discentes, por escrito, o objecto das minhas leituras e do meu estudo, porque conduzi esta matéria tendo como referência principal os Apontamentos de Estratégia, do general Abel Cabral Couto. …Este livro, apesar dos anos e da natural projecção que a “guerra-fria” tinha na altura em que foi escrito, apresenta de forma clara e racional o que de mais importante existe na estratégia. Além disso, as bibliotecas do Instituto de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), Instituto da Defesa Nacional (IDN) e Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM) estavam acessíveis e bem apetrechadas para o acompanhamento das sessões e elaboração de trabalhos. Pensei, no entanto, porque as aulas iam um pouco para além das referências bibliográficas, já que lhe acrescentava uns apontamentos históricos, alguma vivência do ambiente estratégico e reflexões pessoais, que talvez fosse interessante passar a escrito esta experiência didáctica.”

A obra foi apresentada pelo Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama, e tem a assinatura editorial de Pedro de Avillez e da Tribuna da História.

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FM 5-0 The Operations Process

FM 5-0 The Operations Process

Já está disponível para download em “General Dennis J. Reimer Training and Doctrine Digital Library” a nova versão do “Field Manual 5-0, The Operations Process”. Relativamente às versões anteriores, vocacionadas exclusivamente para o planeamento e produção de ordens, esta nova versão aumenta o seu espectro para todas as fases do processo: planeamento, preparação, execução e avaliação (“planning, preparing, executing, and assessing”). Para além disso, incorpora já o conceito de “design” no processo operacional. “Design” é uma abordagem através do pensamento critico e criativo para compreender, visualizar e descrever situações complexas e pouco estruturadas, e desenvolver abordagens para resolução das mesmas.

 

O capítulo 3 deste manual define desta forma este conceito:

“Design is a methodology for applying critical and creative thinking to understand, visualize, and describe complex, ill-structured problems and develop approaches to solve them. Critical thinking captures the reflective and continuous learning essential to design. Creative thinking involves thinking in new, innovative ways while capitalizing on imagination, insight, and novel ideas. Design is a way of organizing the activities of battle command within an organization. Design occurs throughout the operations process before and during detailed planning, through preparation, and during execution and assessment.”

Sobre o FM 5-0 The Operations Process, pode consultar:

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The best and worst of my life

Três militares americanos (US Marines) contam a sua história na província de Helmand em Junho de 2009.

The best and worst of my life

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“A Máscara do Comando” de John Keegan

“Este livro é sobre generais, quem são, o que fazem, e de que forma aquilo que fazem afecta o mundo em que vivemos.”

"A Máscara do Comando" de John Keegan “A Máscara do Comando é um livro acerca de generais: quem foram, como se comportavam, que tipo de liderança assumiram e de que modo é que influenciaram o mundo onde vivemos. Traçando o perfil de quatro generais de indiscutível importância histórica – Alexandre, o Grande, o herói arquetípico, Wellington, o anti-herói, Ulysses Grant, o não-herói, e Adolf Hitler, o falso herói – John Keegan coloca o heroísmo bélico em estreita relação com as exigências políticas de cada época e lugar . As quatro narrativas, absolutamente empolgantes, desvelam um olhar inédito sobre estes homens, não descurando nem os pormenores mais íntimos e curiosos nem uma análise de fundo, em que se comparam as diferentes estratégias de liderança e as respectivas consequências. Finalmente, nunca se escusando a questionar o futuro, Keegan prossegue até à era nuclear, concluindo que hoje não pode haver lugar para o heroísmo guerreiro.”

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Preparing and Training for the Full Spectrum of Military Challenges

Clique aqui para ter acesso ao documentoTítulo: Preparing and Training for the Full Spectrum of Military Challenges - Insights from the Experiences of China, France, the United Kingdom, India, and Israel

Autores: David E. Johnson, Jennifer D. P. Moroney, Roger Cliff, M. Wade Markel, Laurence Smallman, Michael Spirtas (RAND Corporation)

Data: 2009

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Preparing Leaders for Full-Spectrum Operations

Título: Preparing Leaders for Full-Spectrum Operations

Autor: Coronel Thomas D. Macdonald (US Army), U.S. Army War College,

Data: 21MAR08

Clique aqui para ter acesso ao documento

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A Academia Militar e a Guerra de África

A Academia Militar e a Guerra de África_CapaNa sequência de um seminário intitulado “A Academia Militar e a Guerra de África”, realizado no Grande Auditório do Aquartelamento da Academia Militar na Amadora, em 08 de Maio de 2009, foi agora publicada uma obra, com o mesmo nome, onde constam as comunicações apresentadas pelos conferencistas e que aqui referimos:

  • Portugal e a Guerra de África – Enquadramento Internacional e Situação Política Nacional, Prof. Dr. António José Barreiros Telo
  • A Formação de Oficiais 1960-1974, COR Art João Jorge Botelho Vieira Borges
  • O Recrutamento de Oficiais, COR Inf (Ref) David Manuel de Matos Martelo
  • A Sociedade Portuguesa e a Guerra de África: O Papel das Mulheres, Prof. Dr.ª Maria Helena Chaves Carreira
  • O Militar Português e a Guerra, TGEN (Ref) Abel Cabral Couto
  • O Teatro de Operações de Angola, TCOR Art (Ref) António Lopes Pires Nunes
  • O Teatro de Operações de Moçambique, COR Cav (Ref) Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes
  • O Teatro de Operações da Guiné, MGEN (Ref) Manuel Soares Monge

“Com a realização deste Seminário a AM, pretendeu caracterizar o ambiente em que decorreu a Guerra de África (1961-1974), clarificar a formação ministrada na Academia e a participação dos Oficiais do QP nos diferentes Teatros de Operações, contribuir para um melhor entendimento do contributo da AM para o esforço global empreendido pela Nação e ainda compreender o enquadramento político e as particularidades da sociedade da época que enformaram as soluções adoptadas.”

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Jornal do Exército – 50 anos de existência

1ª Edição do Jornal do Exército, Janeiro de 1960O Jornal do Exército comemorou no passado dia 11 de Janeiro de 2010 cinquenta anos de existência. Em 7 de Dezembro de 1959, o Brigadeiro David dos Santos, os Majores Pinto Coelho, Balula Cid, Eduardo Fernandes e Tavares Figueiredo e o Capitão José Marques, reunidos numa dependência do Colégio Militar, redigiram a proposta de criação do Jornal do Exército. No dia 11 de Janeiro de 1960 é publicado um Despacho do Ministro do Exército, Brigadeiro Afonso de Almeida Fernandes, com  a seguinte redacção: “Aprovo com a maior satisfação a presente proposta que vem ao encontro de uma aspiração que`há muito acalentávamos e que as circunstâncias parecem tornar agora oportuna. […] O jornal intitular-se-á Jornal do Exército e será dirigido pelo Sr. Director do Serviço de Pessoal.” Ainda em Janeiro é feita a primeira tiragem da publicação, com 20 mil exemplares. Actualmente o Jornal do Exército tem as suas instalações no Palácio de Vilalva, em Lisboa.

Capa da 1ª Edição do Jornal do Exército, Janeiro de 1960

Por ocasião do seu cinquentenário foi produzida uma medalha comemorativa e um Fac-Simile da primeira edição do Jornal do Exército (Ano 1 - nº1 Janeiro de 1960). O Brigadeiro Almeida Fernandes, fundador do Jornal do Exército, escreve às páginas 5 desta 1ª edição:

Missão a Cumprir, pelo Brigadeiro Almeida Fernandes

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U.S. Has Few Resources to Face Threats in Yemen

Leia aqui o artigo completo na edição on-line de 08JAN10 do NY Times.As the Obama administration confronts the latest terrorism threat in Yemen, its diplomatic and development efforts are being constrained by a shortage of resources, a lack of in-house expertise and a fraught history with a Yemeni leader deeply ambivalent about American help. Administration officials said they focused on Yemen as a hothouse for Islamic terrorism from the day President Obama took office. The United States has tripled its foreign assistance to the country from 2008 levels and plans to spend up to $63 million on Yemen this year. But by all accounts, that is a modest amount for a country that is suddenly a central threat on the foreign policy landscape; it is roughly the same amount the United States sends to Serbia. It illustrates how much the United States is stretched on the foreign policy front, and how hard it is to extend its resources beyond the wars in Iraq and Afghanistan. Beyond providing military and intelligence help - showcased in recent airstrikes on training sites for Al Qaeda - the administration has yet to develop a coherent plan for dealing with Yemen’s pervasive poverty and corruption, according to former diplomats and outside experts. Those ills, they say, are at the root of Yemen’s lure for terrorists.

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British troops set to hand frontline Afghanistan role to US

Leia aqui o artigo completo na edição de 09JAN10 do Times online.

Senior White House advisers are frustrated by what they say is the Pentagon’s slow pace in deploying 30,000 additional troops to Afghanistan and its inability to live up to an initial promise to have all of the forces in the country by next summer, senior administration officials said Friday. Tensions over the deployment schedule have been growing in recent weeks between senior White House officials - among them Vice President Joseph R. Biden Jr., Gen. James L. Jones, the national security adviser, and Rahm Emanuel, the White House chief of staff - and top commanders, including Gen. Stanley A. McChrystal, the senior commander in Afghanistan. A rapid deployment is central to President Obama’s strategy, to have a jolt of American forces pound the Taliban enough for Afghan security forces to take over the fight. Administration officials said that part of the White House frustration stemmed from the view that the longer the American military presence in Afghanistan continued, the more of a political liability it would become for Mr. Obama. But beyond the politics, the speeded up deployment - which Mr. Obama paired with a promise to begin troop withdrawals by July 2011 - is part of Mr. Obama’s so-called “bell curve” Afghanistan strategy, whereby American troops would increase their force in Afghanistan and step up attacks meant to quickly take out insurgents.

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This Week at War: Yemen's al Qaeda Scam

Leia aqui o artigo completo

The nearly successful Christmas Day downing of a Detroit-bound airliner has suddenly shifted the U.S. national security community's focus to Yemen. Umar Farouk Abdulmutallab, the alleged Nigerian-born "knicker bomber," reportedly confessed to being trained in Yemen by an al Qaeda group.

Yemen and its problems are suddenly on everyone's agenda. On Jan. 1, CENTCOM commander Gen. David Petraeus announced a doubling in annual U.S. assistance to the country. On Jan. 28, British Prime Minister Gordon Brown will host an international conference on Yemen, where he will no doubt call for increased international donations. It seems that whenever the international community discovers another al Qaeda franchise, a financial reward to the host seems to follow. Pakistan has perfected how to profit from this perverse incentive. Yemen is now showing itself to be an able student of the same technique.

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Al Qaeda Threat Escalates

Leia aqui o artigo completo da edição on-line de 04JAN10.

The Yemeni government ordered an "unprecedented" number of troops into a region controlled by a branch of al Qaeda, as the U.S. and Britain, concerned about the threat of terrorism, both closed their embassies in the capital of Sana. The Obama administration increased the pressure on Islamic militants in Yemen Sunday after the Yemeni branch of al Qaeda claimed responsibility for plotting the failed attempt to blow up Northwest Airlines Flight 253 on Christmas Day. The White House's top counterterrorism official didn't rule out U.S. military action. Yemen deployed troops into provinces east of the capital to combat a growing al Qaeda presence in the area, an aide to Yemeni President Ali Abdullah Saleh told The Wall Street Journal Sunday. The move, targeting the group identified as al Qaeda in the Arabian Peninsula, or AQAP, follows pledges of increased U.S. and British aid to finance Yemen's effort to fight Islamic militants. A U.S. Embassy spokeswoman said officials decided to close the embassy following recent and rare on-camera threats against U.S. targets by two unmasked al Qaeda representatives in Yemen. The threatening remarks, saying AQAP's fight was with the U.S. and not the Yemeni government, came in the wake of two recent Yemeni government strikes against the group. "Our security folks here determined the threat was considerable enough to close the embassy," the spokeswoman said. Meanwhile, the U.S. Transportation Security Administration said it would require more thorough screening of all passengers traveling to the U.S. from or through 14 countries listed by the State Department as state sponsors of terrorism or "countries of interest."

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ISAF – Operational Update

Acompanhe diariamente o desempenho das forças da ISAF/NATO no Afeganistão através do Operational Update disponibilizado na sua página da internet.

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Deixamos-lhe ainda aqui a ligação para as páginas da NATO/ISAF nas seguintes redes sociais e aplicações:

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Antigo operacional da CIA conta a sua experiência no Afeganistão

O antigo operacional da Central Intelligence Agency (CIA), Henry Crumpton, conta ao programa “60 Minutos” da CBS a sua experiência no combate ao terrorismo no Afeganistão.


Conheça aqui a história: Ex-CIA Operative Comes Out of the Shadows.

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General CEME no programa “Sociedade das Nações”

O General José Luis Pinto Ramalho, Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) participou à uns dias atrás no programa da SIC Notícias “Sociedade das Nações”, conduzido por Martim Cabral e Nuno Rogeiro. Durante a entrevista, o General Pinto Ramalho analisou a participação militar portuguesa nas missões internacionais, nomeadamente no Afeganistão, abordando também o tema da Cooperação Técnico-Militar com os países africanos de expressão portuguesa e em Timor-Leste, a propósito do recente lançamento do livro “O Exército nos Trilhos da Cooperação”.

Fonte: Sociedade das Nações.

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Revista Azimute – Dezembro de 2009

Azimute - A Revista da Infantaria

Já está disponível o nº188 da Azimute, a Revista Militar de Infantaria. Nesta edição destacamos o artigo “Tiro Real – Uma nova vertente formativa”, da autoria do Tenente-Coronel de Infantaria Mário Álvares, e ainda três artigos resultantes de trabalhos no âmbito do Curso de Promoção a Capitão 2009 e das Jornadas de Infantaria 2009:

- A Condução de Operações de Combate em Ambiente Urbano – Requisitos de Capacidades de Informação aos Baixos Escalões;

- Requisitos Operacionais e Técnicos de Simulação para os Sistemas de Combate de Infantaria nos Baixos Escalões Tácticos;

- Emprego Táctico de uma Unidade de Escalão Companhia em todo o espectro de operações num cenário de Contra-Subversão;

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As guerras que já aí estão e as que nos esperam – se os políticos não mudarem

Foi lançado no passado dia 16 de Dezembro de 2009, no Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM), o novo livro do General Loureiro dos Santos. A apresentação da obra “As guerras que já aí estão e as que nos esperam - se os políticos não mudarem”, com a  chancela das Publicações Europa-América, coube ao Professor Adriano Moreira.

  • Entrevista do General Loureiro dos Santos à Antena 1 na sequência da sessão de lançamento da obra:

 

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PARAMETERS – Autumn 2009

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Discurso de Obama em West Point, 01DEC09

 

No passado dia 01 de Dezembro de 2009, o Presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou a tão esperada nova estratégia para o Afeganistão. Veja em detalhe o discurso do presidente americano na Academia Militar de West Point:

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YouTube War: Fighting in a World of Cameras in Every Cell Phone and Photoshop on Every Computer

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imageTerrorist attacks today are often media events in a second sense: information and communication technologies have developed to such a point that these groups can film, edit, and upload their own attacks within minutes of staging them, whether the Western media are present or not. In this radically new information environment, the enemy no longer depends on traditional media. This is the “YouTube War.” This monograph methodically lays out the nature of this new environment in terms of its implications for a war against media-savvy insurgents, and then considers possible courses of action for the Army and the U.S. military as they seek to respond to an enemy that has proven enormously adaptive to this new environment and the new type of warfare it enables.

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“Fortificações Portuguesas no Brasil – Séculos XVI a XVIII”

Forte de Santo António da Barra, Salvador, Bahia, 1584

Encontra-se patente no Museu Militar de Lisboa, até ao dia 10 de Janeiro de 2010, a exposição fotográfica “Fortificações Portuguesas no Brasil – Séculos XVI a XVIII”, da autoria dos brasileiros Aline Oliva e Mário Bazzo Bertoncini.

“Uma grande paixão faz-nos percorrer incontáveis quilómetros. Aline Oliva e Mário Bertoncini percorreram mais de 15000 km numa peregrinação de descoberta e de aventura. Hoje temos a sorte de poder admirar alguns dos registos fotográficos (35 mm) que o Mário recolheu e que a Aline estudou e revela a todos quantos partilham da sua paixão.”

                                                                                                                 Dr. Marco António Noivo

 

Museu Militar de Lisboa, Rua do Museu da Artilharia

Horário: 10h00 às 17h00, Encerra: 2ª Feiras e Feriados

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U.S. troops battle both Taliban and their own rules

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Army Capt. Casey Thoreen wiped the last bit of sleep from his eyes before the sun rose over his isolated combat outpost.

His soldiers did the same as they checked and double-checked their weapons and communications equipment. Ahead was a dangerous foot patrol into the heart of Taliban territory.

"Has anyone seen the [Afghan National Army] guys?" asked Capt. Thoreen, 30, the commander of Blackwatch Company, 2nd Battalion, 1st Infantry Regiment with the 5th Stryker Brigade. "Are they not showing up?"

A soldier, who looked ghostly in the reddish light of a headlamp, shook his head.

"We can't do anything if we don't have the ANA or [the Afghan National Police]," said a frustrated Capt. Thoreen.

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Afghan roadside bombs a new priority for U.S.

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Defense Secretary Robert M. Gates is creating a department-wide task force to focus on ways to counter the roadside bombs that have caused 80 percent of U.S. casualties in Afghanistan.

The challenges are different from those in Iraq, Gates told reporters Thursday before a visit to a Wisconsin factory that is producing a rugged new armored vehicle for use in Afghanistan. He said most of the improvised explosive devices, or IEDs, in Iraq are based mainly on artillery shells and are triggered electronically. Those in Afghanistan, he said, are made primarily from fertilizers such as ammonium nitrate, with mines as detonators.

He also pointed out that Afghanistan's terrain is different, its road system is different -- streets running from paved to unpaved to nonexistent -- and the bomb builders' networks are structured differently than in Iraq.

"I have decided I need to focus my attention on this problem," he said.

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Schools for Strategy: Teaching Strategy for 21st Century Conflict

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Clique para fazer o download do documento.All would-be strategists would benefit by some formal education. However, for education in strategy to be well-directed, it needs to rest upon sound assumptions concerning the eternal nature yet ever shifting character, meaning, and function of strategy, as well as the range of behaviors required for effective strategic performance. The author emphasizes the necessity for strategic education to help develop the strategic approach, the way of thinking that can solve or illuminate strategic problems. He advises that such education should not strive for a spurious relevance by presenting a military variant of current affairs. The author believes that the strategist will perform better in today's world if he has mastered and can employ strategy’s general theory.

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We're making a difference, US colonel tells despondent troops in Afghanistan

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An American commander in Afghanistan has responded to a report in The Times that his men are demoralised by sending each an optimistic message that insists they are playing a pivotal role in the war. “I just wanted to take the opportunity to let every single member of Task Force Spartan, and attachments, know how very proud I am of each and every one of you,” Colonel David Haight, of the 10th Mountain Division’s 3rd Brigade Combat Team, wrote in an unusual letter to the 3,500 soldiers under his command. “I wanted to ensure that everyone understands that the CSM [Command Sergeant Major] and I recognise that every single person in the Task Force plays a very pivotal role and that means EVERY single [soldier] serving out there.” The letter was a direct response to an article in The Times last week in which the chaplains of two battalions said that the men felt they were risking their lives - and that colleagues had died - for a futile mission that was making little discernible progress. The battalions - the 2-87 Infantry Battalion and 4-25 Field Artillery Battalion - have been waging an unexpectedly ferocious battle with the Taleban since last spring for control of Wardak province. They have been hit by more than 300 roadside bombs and lost 19 men, with a hundred flown home with serious injuries. Colonel’s Haight’s missive comes as President Obama conducts a weeks-long review of whether the US military should deploy more troops to confront the Taleban-led insurgency in Afghanistan, or focus more narrowly on countering al-Qaeda terrorism. As the review drags on, US soldiers continue to risk their lives daily.

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Provincial Reconstruction Teams: How Do We Know They Work?

Strategic Studies Institute

PRT: How do they work? Over the past 6 years, provincial reconstruction teams (PRTs) have played a growing role in the U.S. counterinsurgency effort in Afghanistan. PRTs are one of several organizations working on reconstruction there, along with civilian development agencies, including the U.S. Agency for International Development, numerous nongovernmental organizations, and the Afghan government’s National Solidarity Program. Perhaps unsurprisingly, something of a debate has emerged over whether PRTs are needed. The authors argue that civilian reconstruction agencies cannot do the same job as the PRTs. While these agencies remain essential for long-term economic and political development, the PRTs conduct reconstruction in ways that help create stability in the short term. Absent the PRTs, the “build” in clear-hold-build efforts deemed essential to effective counterinsurgency would fall flat. Based on over 2 months of field research in 2007 and 2 months in 2008 by a CNA team with 4 different PRTs—Khost, Kunar, Ghazni, and Nuristan—plus interviews with the leadership of 10 others, the authors recommend that the United States give the PRTs the lead role in reconstruction activities that accompany any surge of military forces into Afghanistan.

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Britain's success in Afghanistan is measured in small steps

Leia aqui o resto do artigo.

But what has not been so well told by the media is the progress we have made here. The enemy has been hurt hard here in Sangin. Many of its fighters have died at our hands. We have disrupted its IED networks and are maintaining pressure on the bombers at every opportunity. We have removed four active IED teams, permanently, and the gratitude of the Sanginites was palpable. Yet this campaign is not an attritional one; that is not the route to progress. As soldiers, we have to provide sufficient security to enable Haji Faisal Haq, the district governor, to do his job. His area, just outside the forward operating base , is now secure. He works there daily and is much more accessible to the people of Sangin. The numbers of police have increased. We have built new police checkpoints in the bazaar and more are planned. As a result, Taleban physical intimidation has ceased and attacks have reduced. People can go about their lives with a touch more freedom. We have opened a small health post, the first government-sponsored public health provision in Sangin. And the bazaar has got bigger. It is definitely not Bluewater but an extra 100 stalls make a real difference.

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Comprehensive Soldier Fitness (CSF)

imageO conceito de Comprehensive Soldier Fitness foi adoptado pelo Exército dos Estados Unidos da América em Outubro de 2008 e tem como objectivo o desenvolvimento de um programa de treino físico para os Soldados, famílias e funcionários civis procurando um aumento da performance e resiliência física.

O programa está focado na optimização da força em cinco áreas: física, emocional, social, espiritual e familiar. Com esta esta aproximação holística do treino físico pretende-se um aumento da performance e a desenvolvimento de resiliência nas fileiras, num período caracterizado por conflitos persistentes e com grande duração no tempo.

The Effect of Resilience Training

Está provado que a resiliência reduz o risco de doenças e melhora a qualidade de vida. Uma das preocupações cada vez mais presentes na instituição militar é o stress e um crescente número de suicídios. O termo “resiliência” vem da física (propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação), e significa a capacidade humana de superar e recuperar após as adversidades.

Veja as seguintes ligações sobre este assunto:

 

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Vision

An Army of balanced, healthy, self-confident Soldiers, families and Army civilians whose resilience and total fitness enables them to thrive in an era of high operational tempo and persistent conflict.

Mission

Develop and institute a holistic fitness program for Soldiers, families, and Army civilians in order to enhance performance and build resilience.

Desired Outcomes

Improved Soldier performance and readiness. Build confidence to lead, courage to stand up for one's beliefs and compassion to help others. Comprehensive Soldier Fitness is about maximizing one's potential.

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Forças de Operações Especiais no Jornal de Notícias

Militar do Centro de Tropas de Operações Especiais (Exército Português) O Jornal de Notícias traz na sua edição on-line de hoje (11OUT09) um conjunto de artigos, da autoria de Carlos Varela, sobre as forças de operações especiais em Portugal, do Exército, Marinha, GNR e PSP.image

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Escola Prática de Artilharia: das origens ao alvorecer do III Milénio

EPA: das origens ao alvorecer do III Milénio

Explicação prévia do Autor, Artur Aleixo Pais

Caminha para os 150 anos de existência, ao serviço de Portugal, a Escola Prática de Artilharia. Entendeu de interesse, o Senhor Coronel Maurício Raleiras, ilustre Comandante da referida Unidade Militar, atendendo à longa vida que a mesma já conta e os altos serviços por ela prestados à Instituição Militar e ao País, que se reunissem em livro, dando-lhes a devida ordem cronológica e conveniente enquadramento, os numerosos elementos e testemunhos existentes sobre a Escola Prática de Artilharia, da fundação aos primeiros anos do Século XXI e alvorecer do III Milénio. Porque a Escola Prática de Artilharia ocupa, desde 1861, o "Palácio das Passagens", entendeu-se ser relevante incluir, também, a historia da construção do Palácio e o período que se seguiu até ser destinado a nobre sede desta Instituição Castrense.
Nesse sentido se nos dirigiu o Senhor Comandante da Escola Prática de Artilharia, em sugestão que muito nos honra, para que nos ocupássemos desse trabalho de evocação da vida passada da Escola Prática de Artilharia.
Foi com a maior satisfação, mas também, com um acrescido sentido de responsabilidade, que aceitámos a sugestão. Procurámos assim, com o presente trabalho, de simples estudiosos que somos, do passado de Vendas Novas e das suas Instituições, dar uma ideia do que tem sido, ao longo dos últimos 150 anos, da fundação ao tempo presente, a vida e actividade da Unidade Militar que é hoje - e há muito já – a Escola Prática de Artilharia, que sempre se tem mantido fiel à sua divisa "MAIS AFINANDO A FAMA PORTUGUESA".
Tivemos também em conta, ao empreendermos este trabalho, que o passado da Escola Prática de Artilharia - a sua Historia - constitui, no ultimo século e meio, parte importante da história de Vendas Novas.

 

Prefácio pelo então Comandante da EPA, COR Art Tendeiro Raleiras

O  livro que agora se publica resultou da convergência de três vontades: do seu Autor, do Comando da Escola Prática de Artilharia e dos Patrocinadores.

Do Autor, Sr. Artur Aleixo Pais, a quem agradeço por se ter disponibilizado para escrever, a título gracioso, este livro, pode dizer-se que é, desde há muito tempo, um reconhecido estudioso de Vendas Novas e, pela íntima ligação desta com a Escola, também é um profundo conhecedor dos principais eventos com ela relacionados. Os factos (e algumas lendas) que narra, foram-lhe transmitidos verbalmente, ou baseiam-se em documentação escrita e bibliografia que reuniu durante décadas; contudo, todos eles foram importantes na vida da Escola e contribuem para se conhecerem melhor as raízes e o historial desta centenária Casa. Alguns textos, designadamente os de carácter técnico, cuja informação não estava na posse do Autor, mas que se entendeu serem suficientemente relevantes para constarem no livro, foram elaborados pela Escola Prática de Artilharia e são de sua responsabilidade.

O Comando da Escola, desde cedo identificou a necessidade de ter um testemunho escrito, que perpetuasse a História desta Unidade, a mais antiga entre seus pares, e que, para além disso, tem o privilégio de estar instalada, há 148 anos, num nobre edifício por onde têm passado sucessivas gerações de ilustres Oficiais que têm servido a Casa-Mãe da Artilharia Portuguesa com grande dedicação e competência. Estou convencido, que o interesse deste livro se alarga para lá do horizonte da família militar que, de algum modo, esteve ou ainda está ligada à Escola Prática de Artilharia; porventura ele interessará também aos Vendasnovenses que se habituaram a conviver com os Artilheiros e ver crescer Vendas Novas ao lado da Escola.

Os três Patrocinadores institucionais, aos quais agradeço o imprescindível apoio a este projecto, também eles certamente reconheceram a relevância da edição de um livro que aborda a história do "Palácio das Passagens", construído com uma finalidade diplomática para assinalar a consolidação da independência de Portugal e que, em 1861, por decisão de D. Pedro V, se manteve ligado ao serviço da Nação, ao ser destinado a nobre sede da Escola Prática de Artilharia.

É de inteira justiça que refira e agradeça o trabalho efectuado pela Sr.ª D.ª Maria de Fátima Lopes, funcionária civil da EPA que, voluntariamente, abraçou a tarefa de dactilografar as páginas do livro e ao Major Manuel Chanca pela sua dedicação na compilação das fotografias que enriquecem o mesmo. Um reconhecimento especial é também devido ao Sr. Tenente-Coronel Jorge Iglésias, que pintou a aguarela que representa a Casa- Mãe da Artilharia na actualidade, e ao Sr. António Rosado, antigo funcionário civil desta Casa, que efectuou os desenhos da construção do Palácio, bem como da Porta de Armas da EPA. Não sendo possível mencionar individualmente todos quantos contribuíram para a feitura deste Livro, aos que deram um pouco do seu tempo a este projecto, manifesto o meu profundo agradecimento e apreço pela colaboração prestada.

Tem, pois, o Leitor na sua mão um livro que fala de reis, rainhas, príncipes e princesas, e que apresenta a  envolvente histórica que levou à decisão de construir "um Palácio encantado no meio da charneca". Mas, encontrará também uma narração muito atractiva dos factos que fizeram a História do " Palácio", da
Escola Prática de Artilharia e da cidade de Vendas Novas.

Que os leitores deste Livro venham a encontrar nele o interesse e a agradável leitura, proporcional ao entusiasmo daqueles que o fizeram.

 

Visite aqui a página da Escola Prática de Artilharia na internet.

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No Substitute for Boots on the Ground

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In 2008 I commanded a team of US Army combat advisers in northern Afghanistan's remote Chahar Darreh district. We patrolled with about 50 Afghan police troopers, conducting ambushes, reconnaissance, law-enforcement tasks and reconstruction. These missions had one purpose: to build trust between the police and the people and thereby isolate the insurgents moving among them. Some Afghan troopers were thieves and Taliban infiltrators. Most served with honor and courage. A growing chorus of Americans rejects operations of this kind. Opposition has hardened in response to Gen. Stanley McChrystal's call to launch a fully resourced counterinsurgency effort. Naturally, the peaceniks want us to leave Afghanistan altogether. Other opponents of the McChrystal plan urge President Barack Obama to select a safer, cheaper cleaner method of defeating al Qaeda.

Some conservative isolationists, joined by Vice President Joe Biden, argue that we should rely on commando raids and missile strikes to zap terrorist targets from afar, thereby sparing infantrymen like us the risks that go with living among the Afghans. Tellingly, the Biden camp has yet to offer any details about the sources of real-time intelligence needed to execute precision strikes, or the locations of the bases from which they would be launched. In the years prior to 9/11, our leaders gambled with the nation's safety by employing "surgical" cruise missiles attacks (that blew up only abandoned tents) and organizing specialized counterterrorism forces (that never deployed due to a poverty of intelligence). Nowadays, any talk of returning to this over-the-horizon concept is shockingly naïve...

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Alien: How Operational Art Devoured Strategy

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Faça aqui o download da publicação The publication of the 1982 version of Army Field Manual (FM) 100-5, Operations, introduced to the English-speaking world the idea of an operational level of war encompassing the planning and conduct of campaigns and major operations. It was followed 3 years later by the introduction of the term “operational art” which was, in practice, the skillful management of the operational level of war. This conception of an identifiably separate level of war that defined the jurisdiction of the profession of arms was, for a number of historical and cultural reasons, attractive to U.S. practitioners and plausible to its English-speaking allies. As a result, it and its associated doctrine spread rapidly around the world. The authors argue that as warfare continues to diffuse across definitional and conceptual boundaries and as the close orchestration of all of the instruments of national power becomes even more important, the current conception of campaigns and operations becomes crippling. To cope with these demands by formulating and prosecuting “national campaigns,” the authors propose that the responsibility for campaign design should “actually” return to the political-strategic leadership of nations supported by the entirety of the state bureaucracy. This would mark the return of the campaign to its historical sources. If the United States and its allies fail to make this change, they risk continuing to have a “way of battle” rather than a “way of war.”

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General McChrystal: Success in Afghanistan is Not Assured

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“General Stanley McChrystal, NATO's top commander in Afghanistan says the situation there is serious and success is not assured.  Speaking at the International Institute for Strategic Studies in London, the general said it is the Afghan people who will decide who is winning or losing. General Stanley McChrystal says there is no simple solution in Afghanistan."It is complex difficult terrain, both the land and the people, it is a tribal society with a culture vastly different from what most of us are familiar with and it varies around the country, so you cannot assume what is true in one province is true in another," he said.”

  • Veja aqui o vídeo com a intervenção do General McChrystal: IISS

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British general supports request for 40,000 new troops in Afghanistan

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“Britain’s top general in Afghanistan backed calls for more troops, insisting it would be impossible to deny al-Qaeda their terrorist safe havens by “simply patrolling from the skies”. In an exclusive interview with The Times, Lieutenant-General Jim Dutton, said yesterday that he supported a formal request made by his boss, General Stanley McChrystal, the US commander, for up to 40,000 new troops. On Friday General McChrystal submitted a formal request to NATO and the Pentagon for a surge in troop numbers to help to tame a growing insurgency. General Dutton, the deputy commander of Nato’s International Security Assistance Force, insisted that “long-term stability” in Afghanistan was the only way to stop international terrorists using the country as a launch pad for attacks in Europe and the US. His comments came as continuing violence across the country yesterday claimed the lives of six NATO troops, including a British casualty. The soldier, from the 2nd Battalion of the Royal Welsh Regiment, was hit by a roadside bomb in northern Helmand.”

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Plan to Boost Afghan Forces Splits Obama Advisers

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“General McChrystal is expected to ask for as many as 40,000 additional troops for the eight-year-old war, a number that has generated concern among top officers like Gen. George W. Casey Jr., the Army chief of staff, who worry about the capacity to provide more soldiers at a time of stress on the force, officials said. The competing advice and concerns fuel a pivotal struggle to shape the president’s thinking about a war that he inherited but may come to define his tenure. Among the most important outside voices has been that of former Secretary of State Colin L. Powell, a retired four-star Army general, who visited Mr. Obama in the Oval Office this month and expressed skepticism that more troops would guarantee success. According to people briefed on the discussion, Mr. Powell reminded the president of his longstanding view that military missions should be clearly defined. Mr. Powell is one of the three people outside the administration, along with Senator John F. Kerry and Senator Jack Reed, considered by White House aides to be most influential in this current debate. All have expressed varying degrees of doubt about the wisdom of sending more forces to Afghanistan.”

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General McChrystal no "60 Minutos”

Relatório do General McCrystal

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Reunião do Comité Militar da NATO em Portugal

O Comité Militar da NATO reúne-se este fim-de-semana (entre 18 e 20SET09) em Sintra para discutir a situação no Afeganistão e o papel da Aliança no futuro. O anfitrião da reunião é o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), General Valença Pinto e conta com a participação dos chefes de Estado-Maior-General das Forças Armadas (CHOD) dos 28 países da Aliança, dos chefes militares dos principais comandos da Aliança Atlântica e do General Stanley A. McCrystal, actual comandante da ISAF/NATO e das forças americanas no Afeganistão.

O Comité Militar da NATO é o órgão que reúne os chefes das Forças Armadas dos 28 países membros da aliança e é actualmente liderado pelo almirante italiano Giampaolo di Paola.

 

Notícias relacionadas com este assunto:

(Declarações do General Valença Pinto sobre a reunião)

(Palavras do Almirante Giampaolo di Paola na sessão de abertura da reunião)

 

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U.S., NATO to Revamp Afghan Training Mission

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“The US military and NATO are launching a major overhaul of the way they recruit, train and equip Afghanistan's security forces, seeking to reverse a trend in which the alliance for years did not invest adequately in Afghan troops and police while the Taliban gained strength, senior US officials said. The reorganization comes in advance of expected recommendations by Gen. Stanley A. McChrystal, the top commander in Afghanistan, to expand Afghan forces and the capacity to train them. The recommendations, and the additional US and NATO troops they will require, are among the few aspects of President Obama's Afghan strategy likely to have broad bipartisan support in Congress. Democrats, in particular, have expressed anxiety over reports that McChrystal may request more combat troops for the increasingly unpopular war.”

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